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Socorro! Congonhas
Crônica de um passageiro sobrevivente
Gaiola de vidro
Conjugando o verbo andorinhar
A morte é sempre dos outros
A vaidade póstuma e o desejo de ser lembrado
Os pés do cotidiano nas pegadas da vida
Inchados e exaustos, nem sabem o que pensam mais
O desacontecimento
Lembrares: uma forma de encontrar o passado
Entre o passado e o agora
Se eu pudesse escolher, voltaria
Passos do silêncio
Calados, diziam muito mais
A vida é um ENEM?
Eu não sei as respostas!
Sobre confusão e discernimento
O que se percebe é um desconforto com o jogo social das certezas, onde o ego vence mais do que a verdade
Mãos à obra!
Contando com suas pesquisas e com a ajuda das Musas, Louis mergulhou na escrita
Casa de pedra
A vida a dois é uma obra de arte
Trolagem na trilha
Entre cânions, vacas e surpresas
A mania de existir
A dificuldade do escritor em coabitar com as personagens
A história de Ana Margarida Sousa
Cookie e a Bem-Me-Quer
Nele, um pouco dela
Sua beleza era quase uma ousadia
“Natalinidades”
ou o regresso a outras tranquilidades…
Mais uma crônica de final de ano
Mas esta é sobre a felicidade
A comunicação se faz presente, à distância
É um fio de navalha: corta nosso coração!
Réquiem por um cão sonhado: “Zeus, fiel amigo” (por A.S.)
Em tempo de prendas, “a melhor da minha vida!”
A última entrevista
Antes de escrever o romance, o último encontro, agora sobre Música
Que tédio!
“Simples assim!”
O amor com patas
Porque alguns amores podem ser breves, mas intensos
A inescapável e muitas vezes invisível predominância
Nuances da assimetria
Um refrão mal aprendido, repetido sem saber porquê
A memória dos outros ao largo da Gulbenkian
O que nunca foi dito
Algumas coisas são mais bonitas quando não acontecem
Solidão
Nós que buscamos ou ela vem nos buscar?
O pecado mora aqui dentro
Não somos santos
Bem-estar familiar
Epicentro da sociedade ainda é a família: honra pai e mãe
Pesquisa e preparação
Uma proposta literária sendo cuidadosamente preparada, aos poucos
Coisa de criança
Aprendendo com quem sabe
Serviços mínimos
Um colectivo em permanente algazarra
Segunda carta
Unidade, simplicidade e compaixão
Desacelerando o narrador…
Desacelerando implica documentando, registando e proba e prontamente registando
Uma vida sem relevância
Euzébio nunca se importou com cifras, muito menos com um bando de desconhecidos aplaudindo suas façanhas
Um dedo de prosa
Um cafezinho e uma conversa fiada
Ambiente somente meu
O meu, o domingo de hoje, iniciou diferente
O teatro do amor e suas coreografias instintivas
Abaixe-se se quiser – o amor, os galos, os humanos e a solidão disfarçada de companhia
O início
Uma entrevista que revelaria uma interessante proposta literária
Fantasia
Psicodelia carnavalesca
Liderança verdadeira
A força de ter um bom exemplo
Ginásio Fitbody
Entrar naquele espaço era tão assustador como o primeiro dia de aulas, mas entrou!
Tantos quantos cabem num instante
Uma intimidade com a natureza das coisas
Lâminas da dona Alma
Escritos espirituais em forma de cartas
Ela sente fome
Quando a festa acaba
Eu sou mulambo
Traduz carência afetiva e segurança parental
“Continuam os preparativos”
Mais uma importante entrevista antes de começar a escrita
Alguém está me observando
"Estou de olho em você"
Escalada
A vida leve que me leve...
O grande Willy
O último ato de um artista
Pintura
Uma vida desarrumada como uma pintura abstracta
Aisha: aquela que está viva
A jornada da alma
Cominda
Olhava-me esbugalhado como se soubesse que o sonho ainda vivia em mim
Telegram é terra de ninguém
Caí em Kayla Marieva
O desafio final
O limiar entre o sonhar e o despertar, entre a ilusão e a verdade
Louco dia de aventuras etílicas
Eram os perfeitos amigos bêbados!
Vida de cão
Nossa racionalidade é limitada
O dia mais feliz
Quando chega a minha vez?
Hora de almoço
Tudo começa como acaba
A morte silenciosa da escrita à mão
São letras. Apenas letras
O que é a saudade?
Nunca é frio demais para um gelado!
Da solidão acompanhada…
Difícil de entender as arquitecturas criativas tal como os quotidianos em que vamos escorrendo e vivendo
Frase de efeito
Pontualidade não se discute
A cultura do estupro
A qualquer tempo você pode retirar o consentimento
Gestos simples
Fragmentos de um homem à margem
Visitei o meu passado
Envelhecemos no tempo
Cadê o senhor da esquina?
Não o vejo mais...
American Dream
Dessa vez, o frio vinha de outro lugar
O grupo da Fazenda
Ingenuidade ou pretensão? Na grande fazenda, o governo não apenas governa — ele ensina seu povo a ser cada vez mais burro
Andamos todos aos papeis?!
Ser artista! Surpreender o papel em branco!
Rua com nome de gente
Que tal rebatizar?
Romã no divã
Eu faço suco e chá deliciosos, quase ninguém comenta, posso estar em sobremesas, saladas, iogurtes e temperos, quase ninguém sabe
Pasmaceira
Passar rente à vida dos outros
Chuva de choro
A mãe é a montanha de olhos quentes de água
O homem do tempo
Diziam que o médico tinha o dom de ouvir os relógios que habitavam os peitos das pessoas. Mas não era só isso
Quem é Ele?
A sabedoria sempre soará com tons de arrogância nos ouvidos de um ignorante
Uma guerra de esperança
Lembranças de um amor incondicional
Eu quero
Às vezes somos adultos infantis fazendo birra
Baco, Dioniso, Brômio, Eleutheros...
O deus do teatro e do vinho está na festa
Café sem princípio
Uma bizarria literária
Correndo atrás da beleza, e saudade
O zepelim era como um navio dos céus, majestoso e silencioso, flutuando acima de tudo e de todos
O passarinho que aprendeu a voar com o Outono
Não era uma queda, mas um voo suave que o embalava
A gaivota
O luto na infância e a primeira vez que perdemos algo que não é nosso
SeTenta, eu faço
Voarei nos céus da cidade maravilhosa
O cachecol de Amsterdã
A cidade me deu algo que eu nem sabia que precisava
As linhas do tempo
A linha que une as gerações é a linha que tece a vida
À eternidade
Chama-se Maria dos Anjos e é a minha mãe
Ferrugem de outono
Pequeno romance sobre a vulnerabilidade
Exílio: outras formas de lugar
Talvez o mundo inteiro seja uma terra estrangeira
Sou mais novo que minhas palavras
Neste sonho que vivo, não se dorme
As três mulheres de Lourenço
Só deixo meu Cariri no último pau-de-arara
Corrente invisível
Era como se estivesse assistindo à própria vida de fora, incapaz de interferir
Bate-papo
Entre ler e assistir TV, fique com os dois
Perspectiva abaixo do nível do mar
Uma vaga noção de tempo e espaço
A casa onde eu moro em mim
Uma carta a Julián Fuks
O quadro: luz entre sombras
A solidão rabiscada
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