Meer
domingo, 9 de agosto de 2026
Uma chávena de café acompanhada por um guardanapo decorado compõe a cena simples e familiar dos cafés diários. Nos detalhes aparentemente banais, escondem-se hábitos e símbolos que raramente paramos para observar
Dispostos no centro da mesa, os guardanapos parecem cumprir o seu papel com discrição. Ainda assim, tornam-se símbolo de tantas presenças quotidianas que permanecem sem nunca realmente servir
Guardanapos guardados numa caneca vermelha, à espera de uso como tantas presenças silenciosas que ocupam espaço na rotina sem realmente cumprir a função
Sobre a bandeja, café e guardanapo dividem o mesmo espaço de sempre. Entre gestos automáticos e pequenos objetos, a rotina revela silenciosamente aquilo que aprendemos a considerar suficiente
No centro da mesa, os guardanapos aguardam discretamente o momento de uso. À semelhança de tantas estruturas quotidianas, permanecem ali mais pela tradição do que pela utilidade

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