Meer
domingo, 8 de março de 2026
E isso é claro, vai adiando as coisas. O tempo vai passando e eu fico presa pensando no momento certo. As coisas vão ficando para trás e eu só percebo lá na frente. Porque tudo o que escrevo reflete o que eu senti, o que eu sinto e o que eu sou. Se alguém me lê, consequentemente conhece um pouco mais sobre mim, sobre os meus sonhos, meus interesses, meus pontos fracos…
Começar exige muito de mim. Admito que tenho sérios problemas com isso. Começar sempre me trava, me afeta, divide meus pensamentos entre “sou capaz” e “não sou capaz” e é por isso que estou sempre recomeçando, sempre refazendo, reestruturando. Edito e reviso o mesmo texto várias vezes, tiro um parágrafo de um lugar, encaixo em outro, sempre buscando a tão sonhada perfeição
Escrever exige de nós coragem. Começar também. De qualquer forma, precisamos aprender a olhar para nós com mais carinho. Acreditar que podemos muito mais do que imaginamos. E o mais importante: que isso é um exercício diário
Mas só ouvir não é o suficiente, preciso externar o que estou sentindo. E colocar os sentimentos para fora em palavras sempre foi um desafio para mim. Pensar é muito mais fácil do que falar. Ouvir os outros também é mais fácil do que ouvir a si mesmo. E o que ninguém sabe, e talvez nem imaginem, é que eu tenho uma enorme dificuldade em começar. Qualquer coisa
Contar histórias, conversar, ouvir. Tudo aquilo que faz parte do universo da comunicação me interessa, me deixa inquieta e curiosa. Eu sempre quero saber mais. Entender mais sobre as pessoas, suas histórias, seus gostos, o que as inspira e as ajuda a seguir em frente

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