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sábado, 21 de fevereiro de 2026
Finalmente, a financeirização global transformada pelo neoliberalismo, permite uma livre circulação dos capitais das exportações e importações que, se bem utilizadas, desagrava este custo politico-financeiro em que Estados menos competitivos acomodam-se, em detrimento do desenvolvimento e progresso económico dos seus mercados nacionais
Curiosamente Portugal não produz café mas sim, duas de suas antigas colônias imperiais. Na América do Sul o Brasil e, no Sudeste Asiático o Timor, de onde importam, processam, torram e industrializam o grão, agregando valor e comercializando nos mercados interno e externo. Como o faz a economia holandesa, modelo clássico do trading que, é sua às vezes concorrente e parceira, desde os idos anos dos descobrimentos na Idade Média
Na última reunião da câmara comercial e industrial portuguesa, em Lisboa, havia o debate do maior representante industrial, do ramo cafeeiro e, do seu homônimo da agência de promoção de exportações
Uma engenharia financeira cambial permitirá, a alavancagem mais económica dos capitais estrangeiros, que já conhecidos além dos incentivos universais para tributos de exportação, se inibem na compensação de momentos e realidades inflacionárias, causadas pelo protecionismo e a falta de competitividade empresarial
Na própria reunião, curiosamente recheada de fatos abordados já há mais de quarenta anos no Brasil, percebe-se uma direta relação simbiótica e inconsciente, da mentalidade empresarial e política mediana entre as tais economias de mercado. Com grande interferência estatal por práticas de subordinação jurídica, burocrática e salarial de todos os intervenientes, principalmente no âmbito do consumidor final. Sendo países de dimensões geográficas semelhantes, se comparadas ao continental Brasil, diferem em muito nas suas representações económicas internacionais e também regionais

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