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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Essa integração entre o espaço construído e o ambiente natural é um dos primeiros encantos do MAM RJ. O museu não se impõe à paisagem, mas dialoga com ela. O visitante sente que está entrando em um lugar onde a arte não está isolada, mas sim conectada ao cotidiano da cidade e à beleza do Rio de Janeiro
Ao entrar no MAM RJ, o visitante descobre um acervo que vai muito além da estética. São mais de 15 mil obras que revelam a alma criativa do país. Nomes como Lygia Clark, Hélio Oiticica, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti e Ivan Serpa ocupam as salas com cores, formas e ideias que marcaram gerações
A história do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro começa em 1948, fruto da iniciativa de um grupo de intelectuais, artistas e empresários que acreditavam na força transformadora da arte. Inspirados pelos movimentos modernos que ganhavam espaço no Brasil e no mundo, eles idealizaram um museu que fosse mais do que um espaço expositivo — um centro de pensamento, experimentação e educação artística
Em 1958, o edifício projetado por Affonso Eduardo Reidy foi inaugurado no Parque do Flamengo, consolidando o MAM RJ como um dos pilares da arte moderna brasileira. Desde então, o museu tem sido palco de exposições marcantes, manifestações culturais e ações educativas que moldaram o cenário artístico nacional. Mesmo enfrentando desafios ao longo das décadas, o MAM RJ manteve sua relevância e continua sendo um espaço de inovação, memória e diálogo com o presente
A coleção permanente é um verdadeiro panorama da arte moderna brasileira, com obras que exploram o abstracionismo, o concretismo, o neoconcretismo e outras vertentes que ajudaram a construir a identidade artística nacional. Mas o museu não vive apenas do passado. Exposições temporárias trazem temas atuais (como identidade, território, política e meio ambiente) e mostram que a arte continua pulsando e provocando

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