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quarta-feira, 21 de outubro de 2026
Com um comando remoto na mão, o jovem olha para a câmara enquanto, ao seu lado, o televisor exibe uma tela coberta de interferências. A cena sugere a facilidade de mudar de canal e de conteúdo, mas também convida a refletir sobre a diferença entre controlar o que se vê e compreender criticamente a informação recebida
Um homem de camisa cinzenta está debruçado sobre documentos, com a cabeça apoiada na mesa de trabalho. À sua frente, encontram-se um computador portátil e gráficos, enquanto algumas notas de dinheiro repousam sobre um caderno. A cena traduz o desgaste associado às pressões profissionais e financeiras, aproximando-se do alerta do autor sobre os custos de decisões equivocadas
Um rosto aparece fragmentado pelos estilhaços de um espelho, enquanto um olho azul se destaca entre os pedaços de vidro. Os reflexos multiplicam as perspectivas e transformam a imagem numa composição inquietante, quase hipnótica. Em "Partiram-se os espelhos!", essa fragmentação evoca a dificuldade de reconhecer a realidade quando as convicções, as aparências e as informações distorcidas se sobrepõem à capacidade de discernimento
Sentado atrás da mesa amarela, o jovem apoia o queixo nas mãos e encara a câmara, enquanto o televisor antigo permanece ao seu lado, com o comando sobre o aparelho. A composição evoca a relação entre espectadores e meios de comunicação, numa reflexão sobre como as imagens e os discursos podem influenciar a maneira de interpretar o mundo
O homem continua debruçado sobre os papéis, com uma das mãos estendida sobre os gráficos. Os óculos estão pousados sobre os documentos, ao lado do computador portátil. A fotografia sugere o momento em que a pressão e o cansaço se tornam difíceis de suportar, numa ligação com as consequências que o artigo associa à credulidade e à falta de discernimento

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