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quinta-feira, 13 de agosto de 2026
Gilberto Gil canta e toca guitarra durante apresentação no Festival de Cornouaille, em Quimper, na França, em 2010. Entre o sorriso e a música, o palco registra um dos muitos momentos em que o artista se tornou presença constante na memória afetiva de diferentes gerações
Gilberto Gil em apresentação da turnê Tempo Rei, que marcou sua despedida dos grandes eventos. Para quem o acompanha desde a adolescência, a despedida de um palco se transforma também em uma viagem pelas próprias memórias
Gilberto Gil no palco, durante a turnê Tempo Rei, no Mineirão, em 2025, com os braços abertos, a guitarra presa ao corpo e um fundo completamente escuro. De braços abertos diante do público, o artista parece acolher as muitas histórias e gerações que sua música acompanhou ao longo de mais de seis décadas de carreira. Do primeiro LP Realce ouvido aos 10 anos ao show de despedida dos grandes palcos, sua música atravessou décadas e se misturou às memórias de uma vida. Sob a luz do palco, a imagem parece traduzir o próprio espírito da canção: o tempo passa, transforma as formas do viver e, ainda assim, algumas músicas permanecem
Gilberto Gil canta ao microfone enquanto toca guitarra durante o Festival de Cornouaille, em 2010, em uma apresentação que reúne voz, instrumento e a energia do palco. Para quem acompanhou sua trajetória ao longo de décadas, cada show se transforma também em uma viagem por diferentes épocas da própria vida
Sentado ao violão, Gilberto Gil se concentra durante apresentação no Auditório Ibirapuera. O instrumento, tão presente em sua trajetória, atravessa também as lembranças do autor, desde as primeiras descobertas das canções de Gil até os shows compartilhados com a família

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