Meer
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
Ainda levaria algumas semanas trabalhando em seu projeto, escrevendo e revisando, até chegar ao resultado a ser encaminhado a Eugène Hyndormais. Tirava os domingos para produzir mais e nos outros dias, mais do que escrever, verificava o texto feito e as informações de suas pesquisas
Pláton olhava curioso para seu tutor. Quando se lembrou da adoração dos egípcios pelos gatos e de sua simbologia no Antigo Egito, arrepiou-se novamente. Era mais um sinal para enfim mergulhar de cabeça em seus escritos, além dos meros parágrafos que havia produzido
Louis encontrava-se em meio a essa multidão. Estava vestido como os demais e se misturava aos passantes. Observava tudo com muita curiosidade e, embora não entendesse o idioma em que falavam, percebeu que estaria na linha temporal alternativa de que tratava seu projeto literário. Não conseguia ler o alfabeto das placas, mas ouviu perfeitamente, por algumas das pessoas ali presentes, a palavra "Mennefer". O que significava?
Quando viu seu livro terminado, ficou muito contente e satisfeito. Faltava apenas o título, mas as Musas mais uma vez lhe foram bastante gentis: o nome lhe foi revelado num dos vários sonhos “egípcios” que continuava a ter. Faria apenas mais uma revisão antes de enviar o material ao editor
Fez sua rotina matinal e, depois do café da manhã (café bem forte, um pão com manteiga e meio blansaïme de chocolate e framboesa), sentou-se diante do PC. Quase que instintivamente, Pláton subiu em seu colo e ali se aninhou. Como era domingo, haveria bastante tempo para o jovem escrever e para o felino dormitar

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