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quinta-feira, 2 de abril de 2026
A cabeça de Medusa degolada e exposta por Perseu, eternizada na tradição artística como imagem de horror e poder, revela a dimensão simbólica da decapitação: não apenas eliminar o inimigo, mas transformá-lo em emblema — um aviso petrificado de que o poder pode ser absoluto e a violência, espetáculo
Entre mapas e exércitos em miniatura, a guerra é encenada como estratégia, mas, por trás da abstração geopolítica, opera-se a lógica da decapitação: eliminar indivíduos para reconfigurar conflitos, transformando a política em cálculo de eficácia e o mundo em tabuleiro
A pintura de Caravaggio mostra Judite a decapitar o general Holofernes após o ter seduzido. Judite encontra-se de pé, majestosa e destemida, enquanto a sua criada, que lhe deu a espada, está nervosa e à espreita do que pudesse acontecer. Da pintura renascentista às guerras contemporâneas, a decapitação persiste como símbolo extremo de poder, onde a vitória se encena como espetáculo e a violência se converte em linguagem
A cabeça de Medusa degolada e exposta por Perseu, eternizada na tradição artística como imagem de horror e poder, revela a dimensão simbólica da decapitação: não apenas eliminar o inimigo, mas transformá-lo em emblema — um aviso petrificado de que o poder pode ser absoluto e a violência, espetáculo
Entre mapas e exércitos em miniatura, a guerra é encenada como estratégia, mas, por trás da abstração geopolítica, opera-se a lógica da decapitação: eliminar indivíduos para reconfigurar conflitos, transformando a política em cálculo de eficácia e o mundo em tabuleiro

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