Meer
sábado, 1 de agosto de 2026
Depois de um tempo, entrei para o teatro Lala Schneider, pois sempre fui muito comunicativo, mas no primeiro ensaio, eu já entendi que estar ali me preenchia. Descobri um lugar de afeto, de criatividade, um espaço onde eu me sentia muito bem. Ali eu percebi que queria seguir esse caminho. Fiz minha primeira peça de teatro, junto com a minha melhor amiga, e aquilo foi muito especial
Eu acho que quando a gente fala em perfeição, é uma perfeição para nós mesmos. Porque só nós sabemos quando é a fala, quando é a deixa, e essa ideia de “perfeito” é muito mais para quem está fazendo, porque quem está assistindo não sabe se erramos ou não
Luan Steenbock, estudante de Publicidade e Propaganda, ator de teatro e TV, apresentador, Drag Queen, Gerente de Projetos e artista múltiplo em formação, percebe nuances curiosas em uma era em que a informação circula de forma desenfreada e a avaliação da arte se mostra pouco criteriosa. Temas como comparação, autoexigência, inseguranças e perfeição são abordados nesta entrevista intensa, profunda e carregada de significados
Meu primeiro contato com a arte de performar foi através da televisão, das novelas. Em 2008, quando eu tinha 7 anos, comecei a assistir A Favorita e fiquei encantado com o trabalho dos atores, com a dramaturgia, com os personagens. Aquilo despertou em mim uma vontade de fazer parte daquele universo. Minha família sempre gostou muito, então isso fazia parte do nosso cotidiano
Então, é uma cobrança interna que muitas vezes nem afeta o resultado final de um espetáculo. A gente se preocupa tanto com a perfeição que acaba ficando robotizado. Cada artista tem uma forma de criar um personagem

Na Rua

Pesquisar no Calendário

Subscribe
Get updates on the Meer