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segunda-feira, 3 de agosto de 2026
Outro exemplo mais atual, são os bolsonaristas que utilizam-se do lema “Deus, pátria e família” para disseminar os ideais que os convém. Usando da manipulação dos textos sagrados para que uma grande parcela da população os ouça e sejam convencidos de que aquilo que elas pregam é o melhor para nós e por isso devemos seguir o que é falado por elas, sendo vistos hoje em dia como um perigo para a democracia, após o atentado de 08 de janeiro de 2023
A princípio, vamos debater sobre a moralidade. Conceito criado a partir das facetas da natureza humana, baseadas no espírito apolíneo, representação da harmonia, racionalidade e ordem, e no espírito dionísico, que é a transgressão, alegria e excesso
Memorial aos judeus assassinados da Europa. Para aqueles que estavam na época era como se estivessem agindo de acordo moralmente, pois visavam reerguer seu país e acabar com as crises internas. Esse sentimento que foi se espalhando pela população foi o impulsionador de um moralismo errado, mas visto como o certo, por causa das situações que muitos passavam como fome, miséria, crise econômica populacional, entre outras causas que fizeram com que os ideais distópicos, fossem moralmente aceitos pela sociedade
A moral pregada por eles é uma em que as discrepâncias entre ricos e pobres fica cada vez mais alta, mesmo assim detém uma parcela significativa dos brasileiros que apoiam essa moral, por quererem ser salvos pelo Deus, que foi manipulado para que os atos cometidos por eles sejam hiper normalizados
Hoje em dia, essa ideia criou a definição de liberdade e libertinagem, conceituações que apesar de sinónimas são imprescindíveis para a correlação entre os seres humanos, pois a liberdade parte da não influência negativa do outro sobre o outro, enquanto a libertinagem é fruto da irresponsabilidade que pode prejudicar a todos até mesmo o libertino

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