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sábado, 27 de junho de 2026
Victor Brecheret, escultor, mostra ao companheiro e crítico modernista, croquis do que anda fazendo em Paris, no ano de 1922, apesar do frio. A carta, mistura de português e italiano capaz de fazer inveja a Juó Bananere, contrasta com o rigor no traço
A matéria recolhida torna-se, como a literatura de cordel transcrita em vários volumes nos Fundos Villa-Lobos, oferta de Guinle, lógico, ao estudioso da cultura popular, Mário de Andrade. Este ali descobre documentos para o seu Compêndio de História da Música
Mário de Andrade posa com amigos. As cartas, nessa ciranda de papel, pertencem à valiosa série Correspondência Mário de Andrade, organizada no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (IEB-USP), como parte do arquivo do polígrafo, cuja vida decorreu entre 9 de outubro, 1893 e 25 de fevereiro, 1945
Otávio de Faria, em novembro de 1937, tem seu personagem Carlos Eduardo, menino cheio de pureza, comparado a Renato, irmão caçula falecido de quem datilografa, com cópia, uma análise longa do romance Mundos mortos
As cartas, nessa ciranda de papel, pertencem à valiosa série Correspondência Mário de Andrade, organizada no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (IEB-USP), como parte do arquivo do polígrafo, cuja vida decorreu entre 9 de outubro, 1893 e 25 de fevereiro, 1945

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