Meer
domingo, 8 de fevereiro de 2026
Isso não significa que a dor "é da cabeça" — uma expressão que, infelizmente, ainda desqualifica o sofrimento de muitos. Significa que o corpo está tentando expressar algo que não encontrou outra forma de sair. É preciso escutá-lo com respeito e atenção
Vivemos numa cultura que valoriza o visível: a febre, o inchaço, o exame alterado. Mas grande parte das queixas que chegam aos consultórios tem origem invisível. São dores que começaram em lugares não físicos
Cada célula do nosso corpo guarda informações. Não apenas genéticas, mas também emocionais e energéticas. Esse conceito, ainda pouco compreendido pela ciência convencional, é amplamente explorado em abordagens como a medicina tradicional chinesa, a ayurveda e terapias corporais modernas. Ele sugere que eventos impactantes da nossa história — especialmente os vividos na infância, quando ainda não temos recursos para compreendê-los — podem ser registrados nas células e tecidos, influenciando o funcionamento físico por anos, ou até décadas
Técnicas como acupuntura, meditação, yoga, fitoterapia, nutrição funcional e terapia corporal são integradas ao tratamento convencional, promovendo não apenas alívio, mas transformação. Afinal, muitas vezes, a doença é um convite à mudança — de hábitos, de rotinas, de relações, de percepção de si
Uma perda inesperada, um abuso na infância, uma violência emocional, um abandono, um ambiente de estresse crônico — essas experiências deixam marcas que, se não forem elaboradas, se alojam no corpo em forma de sintomas

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