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terça-feira, 21 de julho de 2026
Não haverá, porém, correções desinteressantes que recuperem as desvalorizações internacionais equivocadas numa economia, em detrimento ou favorecimento de outra. Seus líderes, sejam incompetentes ou não, fortes ou não, que suportem. O coitadismo populista será frequentemente a arma usada como justificativa ilusória para o leigo desinformado. Preferem acreditar no famoso teatro de palhaços na plateia
Se os líderes políticos reguladores de um mercado nacional são mais fracos que os outros, ou informalmente interligados, desfavorecem-se por negligência e incompetência. O néscio povo nem perceberá. Entretanto, em inglês ostentará. Seja nos nomes das empresas, dos termos administrativos e econômicos com que iludirá, inclusive no seu analfabetismo e fluência idiomática. Disfarces enfeitados dos ditos palhaços na plateia teatral
Depois da crise bancária nos Estados Unidos, no final da primeira década deste século, uma ferramenta econômica internacional se fez necessária — ou mais — para as devidas correções e ajustes micro e macroeconômicos de reequilíbrio. Ou ainda elevar ao próximo nível evolutivo e de progresso da economia mundial
O néscio sempre encontrará justificativas e desculpas complicadas ou elaboradas. A inflação sempre se soube: é a arma de desvalorização da dívida estatal. Por outro lado, a correção monetária é a compensação permanente desta arma populista e infrutífera, que estimula incessantemente a outra, num também tal mercado néscio
Governos populistas integrados naquela economia digital prematura recorreram ao swap cambial internacional para auxiliar no equilíbrio econômico internacional. O swap cambial e o hedge são os seguros financeiros contra a valorização ou desvalorização cambial desmedida ou emergencial, derivadas de algum desequilíbrio forte na economia do acaso

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