Meer
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
Pequenas casas grudadas umas às outras, com traços arquitetônicos típicos do passado, todas pequenas, de dois andares e construídas lado a lado. Imaginei que dançavam coladinhas ao som de um belo fado
Alguns lentos passos depois, percebi vozes de um casal conversando no segundo andar de uma das casas. Esta era toda de pedra e apresentava uma arquitetura simples e lógica: no primeiro piso havia a porta de entrada e uma janela grande
Quanta habilidade de relacionamento, quanto egoísmo abandonado, quanto perdão concedido, quanta gratidão manifestada e quantas renúncias oferecidas para que hoje pudessem se debruçar lado a lado, um em cada janela, a desfrutarem aquela tarde recheada de conversas e sorrisos
Tenho a sensação de que aqui não existem claramente áreas antigas e novas ou, digamos assim, bairros com características homogêneas. Pelo contrário, parece que o antigo e o novo se misturam de modo surpreendente. É quase um susto a cada esquina
No segundo andar, apenas duas janelas. As vozes provinham de um casal de idosos que conversava animadamente, um em cada janela. Achei curioso

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