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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
Um estudo do Pew Research Center também revelou que cerca de 64% dos adultos relatam sentir-se sobrecarregados pelas notificações e estímulos digitais. Isso afeta diretamente a capacidade de concentração e, por consequência, a profundidade da experiência de vida cotidiana
Ao contrário de alguns efeitos da tecnologia, o hábito de ler pode ser retomado. E ele é transformador. Dedicar-se à leitura regular , mesmo que 20 a 30 minutos por dia, cria forças como concentração, pensamento crítico, empatia. E ainda: pode agir como contraponto à hegemonia das telas
Uma imagem me persegue: uma sala de estar ao fim do dia. O adulto cansado, olhos fixos no celular ou no tablet, talvez trocando de aplicativo, talvez assistindo a vídeos curtos, talvez rolando feed após feed. E, ao lado, o livro guardado sobre a mesa, esquecido. O momento de pausa, de atenção plena, de mergulho num pensamento mais denso e longo, abandonado. O que perdemos ali, além de páginas viradas?
Outra revisão, publicada pela plataforma PMC, identificou que o tempo prolongado de tela está ligado a problemas físicos (como fadiga visual, dores musculares) e a impactos mentais: ansiedade, pior sono, pior função cognitiva
Criar “zonas de leitura”, sem notificações, sem rolamento, significa reconquistar parte da atenção que foi sequestrada. A literatura sugere que deslocar parte do tempo de tela para leitura leva à melhor qualidade de sono, menor estresse e maior clareza mental

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