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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
A medicina preditiva, que se vale de testes genéticos para prever riscos de doenças antes que elas se manifestem, representa uma revolução na forma como entendemos o cuidado com a saúde
Uma das áreas mais consolidadas da medicina preditiva é a oncogenética. Um exemplo marcante são as mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, que aumentam significativamente o risco de câncer de mama e ovário. Mulheres que apresentam essas mutações podem adotar estratégias de vigilância intensiva, mudanças no estilo de vida ou até mesmo cirurgias preventivas
Medicina preditiva é o campo da saúde que busca antever doenças antes que se desenvolvam, usando marcadores biológicos, ambientais, epigenéticos e genéticos. Seu objetivo não é apenas diagnosticar precocemente, mas principalmente estimar o risco individual de desenvolver certas condições ao longo da vida. Trata-se de um modelo que antecipa, em vez de apenas reagir. Nesse contexto, os testes genéticos despontam como uma das ferramentas mais promissoras. Eles analisam sequências específicas do DNA em busca de variantes associadas a doenças hereditárias, como câncer de mama, Alzheimer, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, entre outras
Mas, como toda inovação poderosa, ela traz consigo não apenas promessas, mas também dilemas éticos, psicológicos e sociais que merecem atenção
Além do câncer, testes genéticos podem identificar predisposições para doenças como a hemocromatose hereditária — que causa sobrecarga de ferro no organismo — ou doenças neurodegenerativas, como a de Huntington, que tem padrão de herança autossômico dominante

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