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segunda-feira, 8 de junho de 2026
Escultura homenageia Simón Bolívar e José de San Martín, líderes que simbolizam a luta pela autonomia das nações sul-americanas frente ao domínio colonial espanhol. O texto analisa os desafios contemporâneos da soberania política na América Latina
Utilização das tecnologias de manipulação da consciência mais sofisticadas
Protesto no Brasil reúne cidadãos com mensagens em defesa dos direitos democráticos e da ação coletiva. A frase "Mais fortes são os poderes do povo!" é um dos diálogos mais icônicos do cinema brasileiro, eternizada pelo cineasta Glauber Rocha. A icônica fala é o último grito do cangaceiro Corisco, interpretado por Othon Bastos, antes de morrer no clássico de 1964, "Deus e o Diabo na Terra do Sol". "Que tempos são estes, em que temos que defender o óbvio?" Essa profunda indagação reflete a frustração de ter que lutar por verdades básicas e consensos que deveriam ser evidentes. A frase é frequentemente atribuída ao dramaturgo e poeta alemão Bertolt Brecht. Defender o óbvio torna-se necessário em momentos de desinformação, polarização e retrocesso, onde valores essenciais de humanidade, ciência e ética precisam ser constantemente reafirmados. Para o autor do artigo, o fortalecimento da democracia tornou-se uma questão central num cenário marcado pela ascensão da extrema-direita
Representação artística do encontro entre dois dos mais importantes líderes da independência sul-americana, Simón Bolívar e José de San Martín. As reflexões do autor sobre hegemonia, influência externa e autodeterminação dialogam com a memória dessas lutas históricas
A eficácia do extremismo de alta tecnologia não pode ser subestimada de forma alguma

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