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segunda-feira, 2 de março de 2026
Flores e velas. Pessoas em fila para escrever condolências em frente à embaixada francesa em Moscou, 2015. Dias antes, eu havia acessado os arquivos da presidência François Mitterrand (1981-1995) com notícias daquele encontro com o presidente brasileiro eleito. O meu encanto era, porquanto, integral. Quase juvenil. Tudo me impressionava. Minha atenção só focava nisso
O coletivo "Patriotas da Diversidade" nas comemorações do 10º aniversário dos atentados de 13 de novembro de 2015 na França, na Place de la République, em Paris. Não sei bem para onde olhei, mas notei o vibrar insistente de meu celular. Meio ensonado, fui ver. Era um número diferente. Não era da Europa, da França nem de Paris. Tinha as iniciais do Brasil
O céu não tinha nuvens. O sol era radiante. A ambiência, elegante. Tudo ia límpido. Como pintura. Sem queimar, incomodar nem maltratar. Havia algum vento. Algum barulho. Mas nada de brisa. Nada de úmido. Anunciavam-se dias frios
Flores e velas. Pessoas em fila para escrever condolências em frente à embaixada francesa em Moscou, 2015. Havia um convite para jantar entre amigos. Uns brasileiros. Outros não brasileiros. Mas todos carentes de Brasil. Querendo falar de Brasil. Ouvir do Brasil. Sentir o Brasil. Mesmo que na simples pronúncia nativa do português
O coletivo "Patriotas da Diversidade" nas comemorações do 10º aniversário dos atentados de 13 de novembro de 2015 na França, na Place de la République, em Paris. Abri os olhos. Avistei o relógio. E vi que era ainda sexta-feira. Os ponteiros marcavam 23 horas pouco completas

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