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sábado, 25 de abril de 2026
Museu do fado, em Lisboa, Portugal. Caminhar pelo calçadão, sentir o cheiro do sal, ver o pôr do sol tingindo o céu de dourado  era como respirar pela primeira vez depois de muito tempo. Ali, eu pensava em tudo o que tinha deixado no Brasil, mas também sentia uma gratidão imensa por estar onde estava
Lisboa, Portugal. Tudo era novo, o idioma (ainda que familiar), o ritmo, as ruas estreitas, a arquitetura antiga. Era como se o passado e o presente andassem de mãos dadas por ali
Lisboa, Portugal. O que mais me encantava era o contraste entre a pressa da cidade e o ritmo tranquilo de quem vive perto do mar. Nos meus dias de folga, pegava o trem e ia até Cascais, onde o Atlântico se estende como um abraço sem fim. Caminhar pelo calçadão, sentir o cheiro do sal, ver o pôr do sol tingindo o céu de dourado  era como respirar pela primeira vez depois de muito tempo. Ali, eu pensava em tudo o que tinha deixado no Brasil, mas também sentia uma gratidão imensa por estar onde estava
Museu do fado, em Lisboa, Portugal. Nos meus dias de folga, pegava o trem e ia até Cascais, onde o Atlântico se estende como um abraço sem fim
Lisboa, Portugal. Quando finalmente cheguei a Lisboa, já era noite. A cidade me recebeu com um vento leve e o som distante dos elétricos descendo as ladeiras

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