Meer
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
Após o primeiro contato, foram todos trocar de roupa para que pudessem descer até o local. O caiaque já esperava por eles, na beira da água. Márcio correu, pois queria ser o primeiro a remar. Moacir o ajudou a entrar e entregou-lhe o remo
O sítio ficava em um lugar afastado da cidade, numa espécie de condomínio. A propriedade contava com uma casa principal, uma casa para o caseiro (mais afastada) e, mais abaixo, um galpão na beira de um açude. Este, muito extenso e com boa profundidade, proporcionando mergulhos e passeios de caiaque
 Perguntou onde estavam, e eles responderam que tinham ido dar uma caminhada para olhar as terras de um vizinho que estavam à venda e Ado talvez tivesse interesse em comprá-las. Nisso, surgem Roberta e Moacir, vindos do galpão, se fazendo de desentendidos: “Onde vocês estavam? achamos que estavam todos no açude”. Os quatro fantásticos - Roberta, Moacir, Roma e Ado - trocaram olhares mais uma vez. Ivete e Márcio ficaram com um ponto de interrogação na testa. Nada além de olhares cúmplices naquele dia. O almoço, todavia, estava ótimo e todos comeram até não aguentar mais
O menino tinha 12 anos, mas já mostrava certa agilidade para os esportes. Foi só entrar e já saiu remando para longe, pois o açude era praticamente um lago para alguém da sua idade, tamanha a extensão. Todos os outros estavam na beira, sentados e conversando. Os olhares de Moacir e Roberta se cruzavam o tempo todo. Moacir era um pouco mais jovem que Roberta, o que causava aquela curiosidade que um aprendiz tem pelo mestre. Mestra, no caso
O senhor Ado era casado com a dona Ivete e tinha com ela dois filhos: Roberta e o pequeno Márcio. Certo dia, a família resolveu visitar o sítio de uma amiga do seu Ado: a dona Roma

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