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quarta-feira, 2 de setembro de 2026
Mesmo cercada por outras pessoas, a mulher mantém a atenção voltada para o celular. A proximidade física nem sempre significa conexão, especialmente quando a interação virtual ocupa o espaço da convivência
Deitada na cama e já preparada para dormir, a mulher ainda mantém os olhos voltados para o celular. O hábito de permanecer conectado até os últimos momentos do dia pode dificultar a transição entre a agitação das telas e o descanso
Juntos no mesmo espaço, mas cada um voltado para a própria tela, as pessoas da imagem traduzem o paradoxo das redes sociais: a promessa de conexão pode coexistir com o afastamento das relações presenciais. A conexão virtual nem sempre impede que a distância se instale entre aqueles que estão lado a lado
Sentada ao lado de outras pessoas, a mulher parece mergulhada em seu próprio universo. O uso excessivo das redes sociais pode transformar momentos de convivência em experiências marcadas pela distância e pelo isolamento
Sob o cobertor, a mulher utiliza um tablet durante a noite. O quarto, tradicionalmente associado ao repouso, também se transforma em espaço de consumo de conteúdo e prolongamento do tempo diante das telas

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