Meer
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
As ondas avançam suavemente sobre a faixa de areia, formando uma linha branca que acompanha a margem, enquanto o mar se abre em direção às montanhas no horizonte. O movimento contínuo das águas evoca a rotina de banhos de mar e de sol que, na crônica, representa a tentativa de recuperar as energias acumuladas pelo cansaço
Em preto e branco, um homem cobre completamente o rosto com as duas mãos, deixando à mostra apenas os cabelos, os braços e a tensão do gesto. A imagem traduz visualmente o peso das experiências que permanecem na memória e, como escreve o autor, continuam a nos fustigar e a tirar o brilho da vida
A silhueta de um homem ergue os braços diante do céu dourado do entardecer, em um gesto que sugere abertura e renovação. Depois de refletir sobre a força das tristezas e das lembranças que permanecem, o autor encontra na possibilidade de recomeçar a cada dia uma nova chance de ser feliz
A costa se revela em uma paisagem ampla, com a praia, o mar, a vegetação costeira e as montanhas compondo um único horizonte. A sensação de espaço e liberdade reforça a ideia de férias como um intervalo desejado do cotidiano — um descanso que, apesar de intenso, o autor descobrirá não ser possível guardar em estoque
Com uma das mãos sobre o rosto, um homem esconde os olhos em um gesto de recolhimento e introspecção. A cena remete à dificuldade de afastar da lembrança aquilo que nos fez sofrer, mesmo quando outras experiências positivas poderiam ocupar esse espaço

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