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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
Atualmente, está sendo implementado em Presidente Prudente (SP), Uberlândia (MG) e Natal (RN). Outros municípios estão se preparando para começar a trabalhar com a Wolbito do Brasil, como Balneário Camboriú e Blumenau, além de novas áreas em Joinville, Santa Catarina; Valparaíso de Goiás e Luziânia, Goiás; e Brasília
A tecnologia produz mosquitos infectados com Wolbachia, uma bactéria que bloqueia o desenvolvimento de vírus dentro do Aedes aegypti, impedindo sua transmissão. Inicialmente, esses mosquitos foram produzidos em pequena escala na biofábrica da Fiocruz, no Rio de Janeiro. Com a expansão do método, o Ministério da Saúde busca tornar o controle de arbovírus mais eficiente, superando o modelo tradicional focado exclusivamente em inseticidas
O Ministério da Saúde adotou estratégias baseadas em evidências científicas e tecnologias inovadoras focadas na redução das mortes por arbovírus. Elas estão organizadas em seis áreas: prevenção; vigilância; controle de vetores; organização da rede de saúde; preparação e resposta a emergências; e comunicação e participação da comunidade
Os municípios são escolhidos por meio de um cuidadoso processo de seleção pelo Ministério da Saúde. A implementação está sendo realizada pela Wolbito do Brasil. Ela conta com o apoio estratégico da Fiocruz
A Wolbachia está presente em 60% dos insetos e, quando injetada no Aedes aegypti durante estudos, impediu o desenvolvimento da dengue, zika, chikungunya e outros vírus arbovírus. Isso reduziu a transmissão dessas doenças. Quando mosquitos com Wolbachia são liberados no meio ambiente, eles se reproduzem com mosquitos selvagens. Isso produz uma nova geração com menor capacidade de transmitir esses arbovírus. Com o tempo, a proporção de mosquitos infectados com a bactéria aumenta e substitui a cepa selvagem, eliminando a necessidade de novas liberações

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