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quarta-feira, 24 de junho de 2026
Angkor Wat, Siem Reap, Camboja, visto do outro lado do rio. Também supervisionou a tradução de escrituras budistas para o Khmer, tornando-as mais acessíveis à população, o que lhe rendeu o reconhecimento como um verdadeiro guardião da cultura cambojana. Além disso, escreveu o hino nacional, reforçando os pilares da nação, e contribuiu para a definição do significado da bandeira. Atuou ainda como educador nas línguas Pāli (língua clássica e religiosa), Sânscrito (língua clássica, religiosa e literária), Khmer (língua oficial do Camboja) e Lao (língua oficial do Laos)
Mulher no pátio de Angkor Wat, Siem Reap, Camboja. Nas minhas últimas férias tirei uns dias para fazer uma viagem para a Ásia e no roteiro, dentre alguns lugares espetaculares, estava o Camboja, especificamente Siem Reap. Há muito o que se falar tanto sobre o país quanto sobre os lugares que ali visitei, mas quero me ater em um único tema
Siem Reap, Camboja. Templo de pedra antigo na floresta. Infelizmente as obras de destaque de Chuon Nath são mais conhecidas ou disponíveis em Khmer, não têm muitas traduções amplamente publicadas para português ou inglês. Alguns livros sobre ele e coletâneas de seus escritos podem ser encontrados em edições acadêmicas, antologias de literatura budista cambojana ou em bibliotecas universitárias especializadas em estudos do Sudeste Asiático. Sua atuação ultrapassa o campo linguístico e assume um papel político e cultural fundamental, especialmente em um contexto marcado por colonialismo, guerras e tentativas de apagamento identitário. Preservar a língua Khmer foi, também, preservar a memória e a soberania cultural do Camboja
Angkor Wat, Siem Reap, Camboja, visto do outro lado do rio. Infelizmente as obras de destaque de Chuon Nath são mais conhecidas ou disponíveis em Khmer, não têm muitas traduções amplamente publicadas para português ou inglês. Alguns livros sobre ele e coletâneas de seus escritos podem ser encontrados em edições acadêmicas, antologias de literatura budista cambojana ou em bibliotecas universitárias especializadas em estudos do Sudeste Asiático
Mulher no pátio de Angkor Wat, Siem Reap, Camboja. Confesso que fui para essa viagem — e, consequentemente, para esse destino — sem saber exatamente o que encontraria. Não costumo pesquisar nada sobre os meus destinos de viagem, além do necessário, pois gosto muito de ser surpreendida pelo que irei encontrar. Em um dos dias em que contemplávamos um dos diversos templos do cronograma que tínhamos, fui tomada por uma inquietude. Eu tinha sede de conhecimento, eu queria saber mais, queria poder acessar as outras camadas de uma cultura tão distante da minha

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