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domingo, 14 de junho de 2026
Os mangás combinam as narrativas tradicionais da Ásia com elementos da cultura ocidental. Isso pode ser observado em alguns dos mangás e animes mais bem-sucedidos dentro e fora do Japão, como os clássicos Dragon Ball e Cavaleiros do Zodíaco
O formato possui fãs leais por todo o mundo, que têm uma apreciação tão grande pela arte que formam grandes comunidades de admiradores, conhecidos como otakus, e até mesmo fazem eventos onde comparecem fantasiados como seus personagens favoritos, conhecidos como cosplays. Mas qual é a razão para tamanha popularidade? O que os quadrinhos japoneses têm de tão interessante?
Os mangás, e seus equivalentes para televisão, os animes, são herdeiros de uma longa tradição cultural dentro da sociedade japonesa. As histórias dos mangás são marcadas por um ecletismo narrativo, juntando elementos de vários gêneros e estilos diferentes, o que contribui para que desenvolvam uma personalidade própria e original, vista a combinação de vários ingredientes disparates em sua fórmula. Uma das principais fontes de inspiração são as mitologias orientais, como as histórias da Índia, China e Japão. Grande parte da arte japonesa bebeu dessas fontes, mas este não é o único elemento presente nos mangás
Durante as últimas décadas do século 20 e as primeiras do novo milênio, os famosos quadrinhos japoneses se tornaram um verdadeiro fenômeno cultural no Ocidente, especialmente na América Latina
Mangás, especialmente os feitos para jovens adolescentes, chamados shonen, costumam contar histórias de superação, em que os protagonistas vão da irrelevância à grandeza. Geralmente, shonens contam a história de um protagonista jovem, hiperativo, bobo e pateta, sem nenhuma habilidade real, mas extremamente determinado e que nunca se rende, não importa o quão difícil seja, e que tem um bom coração, sempre querendo ajudar os outros, ainda que seja ingênuo

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