Artigos são escritos a partir de uma curiosidade pelos conceitos, que se esclarecem nos comentários populares, que, sendo mal interpretados pelos leigos ou pelos bêbados cambaleantes, tornam-se opinadores de plantão nas próprias sugestões propagandísticas dos seus jornais, revistas, tv's e rádios do inconsciente coletivo. 'Ojalá' de futuristas youtubers, influencers and all kind of amateurs and training coaches, just to say that in the same simple english... e como gostam de títulos estrangeiros para tudo, provavelmente se ofenderão quando os que imitam os criticarem por suas falsas originalidades...
Assim, se moldam a dados estatísticos, através do intérprete e do interpretador estatístico que o fato queira avaliar, a partir do seu objeto de estudo que, por fim determinará. Um estudioso atento poderá desfocar e descobrir novas provas, novos fatos e resultados inesperados, assim como cientistas médicos e bioquímicos farmacêuticos fizeram quando descobriram a super-cola e o adoçante artificial, entre outros, como funções de antídoto encontradas na dose do próprio veneno.
Não sabem bem ao certo, por exemplo, aqueles leigos, quais sentidos dar ao imposto de importação, que de exportação não é. Confundem, mesmo quando o nível matemático básico insuficiente impede as avaliações estatísticas da economia financeira. Confundem aplicação com investimento e acreditam que o acordo ortográfico resumiu, mas ao ter mesmo sido ampliado, desde o léxico de palavras aos seus significados e ao vocabulário. Sotaque não é idioma, é fonética. 'Tariffs'1 não é tarifa, e os falsos cognatos confirmam. Esquisito é diferente, mas não será ruim... Cueca2 e camisola3 são unissex...
Portanto, ao ouvir políticos não administradores afirmarem suas deduções científico-económicas sobre microeconomia internacional, com um olhar de viseiras na sua protecionista experiência nacional, faz cócegas. Provocam risos nervosos de desespero ao verificar que cotas repetem as quotas de mercado, quando o Sistema Geral de Preferências se acabou, na opção de pagar a dívida externa, mas que seu famoso ex-conselheiro (in memoriam) sugeria não pagar, porém administrar.
Ao tratar a multinacionalidade com os olhos da sua cozinha, meteu água e entornou o caldo económico que desconhecia amplamente, como deveria. Ou presumia. Não soube aproveitar a nova onda internacional que, perdida outra vez, em inglês traduz para o português apenas a parte que falseia. Mais administradores, menos advogados e legisladores, obviamente. Um alto nível intelectual em todos produzirá produtividade, diretamente proporcional à intelectualidade, que aos valores agregará.
Uma mesma interpretação dada ao ditado sobre 'darem pérolas aos porcos'. É um desperdício de tempo, de vida, de fundos e de finanças. Esperar o quê de quem não lê, não interpreta, não provoca a curiosidade e, portanto, não sacia a dos seus discípulos?
Como as pentecostais, aquelas novas igrejas religioso-comerciais, politicamente isentam-se de impostos nas vendas de seus terrenos no paraíso ou na remissão de pecados capitais, mas que ainda cobram um dízimo tabelado, agora em moeda estrangeira e que, no tal mercado do rebanho, converterá maná em patrocínio político, não sendo porém nada do mesmo da Igreja original, outrora medieval. Agora até plagiavam as leis bíblicas pioneiras como suas, na aurora da vanguarda.
Épocas estas em que já estamos a ver políticos novatos de idade e em inexperiência de vida, mas não de politicagem, até porque administradores não o são, e sim de carreira apenas. Dois exemplos serão como o da deputada portuguesa do partido de Esquerda (sinónimo para oposição), em que a própria sigla inclui o tal termo no seu nome, a qual abandonou o exercício parlamentar para publicitar sua suposta preocupação com um assunto internacional no Oriente Médio e que, a propósito não é função parlamentar, segundo a opinião de seus patrocinadores: os eleitores cidadãos nacionais. Ou será?!
Curiosamente, também um deputado brasileiro, outro jovem, mas de familiar carreira, arvorou-se em paladino económico e comercial internacional — não consta ser economista, nem contabilista ou sequer administrador, entretanto — junto ao vizinho americano do norte para, publicitariamente no noticiário dizer que entende de Comércio Exterior, ou a sua matéria das Sanções Económicas, ele que ainda hipoteticamente estaria associado ao principal 'professor'; bacharel de carreira na área, administrador de serviços de importação e exportação, o Presidente dos EUA.
Claramente estão a fazer turismo aventureiro de negócios, para aprenderem o que não sabem, com uma bolsa escolar pública disfarçada, justificando desenvolverem seus interesses particulares e profissionais à custa do erário. Por que os especialistas ou responsáveis diretos não estão, assim, tão preocupados? Populismo, claro. Na falta de cortina de fumo doméstico, demagogicamente captaram um véu estrangeiro. Mas às vezes pregam o fim à globalização. Exceto para 'Turismo', claro.
À conta do que não fazem em casa, como diz o ditado do jovem que tem soluções para o mundo, mas nem aprendeu a arrumação do seu próprio quarto de dormir! Nem a cozinha...
E assim, estes amadores rebuscados com parolas esquisitas caem nas desgraças do seu povo, cujo qual apenas se dá conta depois de passados 50 anos de nada feito, nada mudado nem melhorado e nada aprendido que, possam executar na sua pós-passagem política já expirada. Igual a golpe financeiro e econômico, como o é a inflação, a correção monetária e as pirâmides das primeiras bolhas holandesas sobre bulbos de tulipas4. Desta vez patrocinados pelas vítimas ludibriadas, que agora sentir-se-ão enganadas por deixarem-se enganar. Pois a lei da selva-de-pedra é a pedrada. 'More Managers, less lawyers.5'
Notas
1 Imposto de importação.
2 Calcinha.
3 Camiseta.
4 Esquemas Ponzi.
5 'Mais administradores, menos advogados ou legisladores.'















