A inteligência artificial está dominando o mercado de trabalho. Mas como devemos fazer dela e em que devemos usá-la? Essas são perguntas que esse artigo irá elucidar. Já falamos de I.As nesse Portal. Mas, falamos do seu desenvolvimento, o seu crescimento e abordamos sobre a ideia falaciosa de substituição dos humanos. Porém, deixaremos claros os usos éticos da IA e faremos uma aplicação para o meu ramo de consultoria empresarial e marketing digital.
Porém, seu uso está sendo bem indiscriminado com outras pessoas. Isso pode gerar problemas. Uma vez que a IA atua vasculhando todas as informações no meio digital. Podendo apresentar informações incorretas. Nisso, deve verificar muito bem esses dados. Sendo necessário que haja uma delimitação em cima de algum repertório intelectual dos usuários da ferramenta.
A variedade de aplicativos também ajuda muito na otimização de diversas tarefas repetitivas. Como é o caso de elaboração de roteiro para prospecção e elaboração de apresentações. Storytelling, por exemplo, tem de ter um processo criativo humano. A IA pode criar algo. Mas tem de ter a presença humana no processo criativo antes. Do contrário, fica uma situação muito antiética.
A criação de apresentações já é utilizada pela inteligência artificial, mas deve ser usada com a mão humana comandando o processo e, em certos casos, reparando erros ligados ao conteúdo ou erros ligados à questão do processo criativo ligado à apresentação.
Pensando nisso. O Chatgpt passou a incluir travas éticas voltadas a questões de direitos autorais de filmes e séries. Impedindo a pessoa que for perguntar de emitir algo nessa linha. Porém, ainda é primordial checar as informações na hora de perguntar para a Inteligência Artificial. Para evitar a reprodução de algo fictício. Algo que temos de evitar produzir junto a essa ferramenta de otimização do tempo.
A IA criou vantagens e desvantagens. Essa questão tem de ser avaliada pelas pessoas que operam a ferramenta. Visando montar conteúdos éticos em que a máquina opera junto com a presença do pensamento humano. Afinal, a IA produz muitos erros e necessita de atualizações. Mesmo sendo uma ferramenta bastante funcional. Obviamente, de algum lugar, a IA vai tirar suas criações. Nisso ela vai levar um apanhado. Caso não encontre. A própria Inteligência desenvolve o pedido do usuário humano. Nesse desenvolvimento deve ser feito uma curadoria bem apurada. Temos de citar a posição de engenharia de prompt ou curadoria de IA. Algo que tem surgido nos últimos anos e está dominando os principais setores da economia nacional e mundial.
Obviamente, é necessário estudar muito e ler muito sobre diversos assuntos para fazer uma boa curadoria. Vale consultar e buscar informações até sobre livros ligados à Inteligência Artificial e ao uso ligado a ela. Para entregar uma curadoria mais forte e mais coerente.
Claramente, o entendimento sobre a Inteligência Artificial no mundo é ainda muito intermediário. Tudo ainda vai necessitar de muito aprofundamento dos engenheiros de dados e atualizações voltadas aos principais aplicativos ligados a essa ferramenta indispensável no cotidiano da maioria das profissões.
Temos as mais famosas. É o caso do Chatgpt. O qual tem definido limites éticos ligados a direitos autorais relacionados a filmes. Visando evitar plágio. Principalmente, se tratando de gerações muito digitais. A qual não se preocupa com ética ligada à inteligência artificial. Como é o caso da Geração Z. China tem a Deepseek. A qual teve certas imprecisões ligadas a fatos históricos da China. Como é o caso do massacre de Nanquim. Mas, isso foi no início. Logo depois, foi corrigido esse problema.
O Mundo Lusófono não fica atrás disso. Os dois maiores países de língua portuguesa têm invenções interessantes nessa área. O Brasil tem a Maritaca I.A. Portugal tem Amália. Representando o português europeu e brasileiro. Mas são duas IAs que necessitam de aperfeiçoamento e mais recursos. Não há possibilidade de elaboração de imagens como no ChatGPT em ambas.
A IA Lusitana é bastante redundante. Ou seja, necessita de alguns aprimoramentos. Esses aprimoramentos têm de acompanhar a ética. Não pode ser uma Inteligência Artificial sem recursos. Porque o advento da otimização de tempo fica prejudicado. Mas temos de alinhar a ética. Isso deve vir do próprio ser humano e nas próximas atualizações das IAS, mas sem prejudicar a usabilidade.
Quem rejeita a Inteligência Artificial. Na verdade, necessita rever seus conceitos. Porque é uma ferramenta de otimização de tempo. Quando utilizada de forma sábia, precisa e ética. Se não houver dominação dessa ferramenta. Mesmo que seja um caráter mais básico. Quem domina? Irá te passar para trás. Inclusive tem cursos nessa linha. Como é o caso da USP com seu Curso de Engenharia de Prompt. Isso sem contar as diversas pós alinhadas com o tema e matérias específicas voltadas a essa questão.
Portanto, quem não dominar essa ferramenta. Assim como é a questão da língua inglesa e ligado alfabetização digital no geral. É uma pessoa que será escanteada no mercado em diversas áreas. Porém, esse domínio tem de ser com sabedoria, moderação e, acima de tudo, com o máximo de lisura.















