A Gentil Carioca apresenta com alegria o Abre alas 21 (2026), celebrando a 21ª edição de um projeto que é parte fundamental da história e da identidade da galeria. Desde 2005, o Abre alas inaugura nosso calendário anual de exposições e reafirma, a cada edição, o desejo de abrir caminhos, criar encontros e acompanhar de perto o nascimento e o amadurecimento de novas trajetórias na arte contemporânea.
Nesta edição, a curadoria — formada por Felipe Molitor, Lena Solà Nogué e Ramon Martins — escolheu 14 artistas, de todo o Brasil e países como Colômbia e Venezuela, cujas pesquisas revelam a diversidade de contextos, linguagens e afetos que atravessam a produção artística atual:
Ana Luiza Domicent, Ana V. Lopes, David Caicedo Alzate, Felipe Braga, Jean Deffense, Leticia Morgan, Lucas Emanuel, Lucas Speranza, Oriana Pérez, Sheila Kracochansky, Telma Gadelha, Thatiane Mendes, Vicente Baltar e Yara Ligiéro.
Juntas, essas práticas formam um campo plural de escuta, experimentação e troca, refletindo a vocação do Abre Alas como uma grande rede viva.
Como tudo começou
O projeto nasceu em 2004, quando, ao final do primeiro ano da galeria, Márcio Botner, Laura Lima e Ernesto Neto se deram conta da riqueza contida nos cerca de 200 portfólios recebidos de artistas de todo o Brasil. Dali surgiu o desejo de transformar esse encontro em uma exposição anual, realizada tradicionalmente próxima ao Carnaval, abrindo simbolicamente o ano expositivo d’A Gentil Carioca.
O nome Abre alas faz referência ao carro que inicia os desfiles das escolas de samba — imagem de passagem, celebração e movimento. Criado inicialmente para dar espaço a jovens artistas, o projeto foi se expandindo ao longo dos anos, acolhendo também artistas de diferentes partes do mundo. Desde 2010, curadores convidados participam do processo de seleção, somando olhares e fortalecendo o diálogo.
Mais do que uma exposição, o Abre alas é um gesto contínuo de cuidado, escuta e celebração. É um espaço onde encontros acontecem e onde acompanhamos, com afeto e orgulho, os muitos caminhos que se abrem a partir daqui.
Abre alas 21: Rio de Janeiro: 7 Fev - 18 Abr 2026. São Paulo: 11 Fev - 21 Mar 2026.

















![Claudia Alarcón & Silät, Hilulis ta llhaiematwek — Un coro de yicas [Um coro de yicas] (detalhe), 2024-25. Cortesia da MASP](/attachments/cef6c4e8e49f7349af629d08468c7b908db3a101/store/fill/330/330/2b20296d35fd8750c3f3a8b27867226c366eba8facc153d777ac9139f5f9/Claudia-Alarcon-e-Silat-Hilulis-ta-llhaiematwek-Un-coro-de-yicas-Um-coro-de-yicas-detalhe-2024.jpg)
![La Chola Poblete, No era um chico triste, era um HDP [Não era um garoto triste, era um FDP] (detalhe), 2025. Cortesia da MASP](/attachments/3e3663acd91222323ca0c64735accd005da56fd9/store/fill/330/330/a6659a31762eb6591922c72151897dd85a57921f3176fdbabd23c01e8841/La-Chola-Poblete-No-era-um-chico-triste-era-um-HDP-Nao-era-um-garoto-triste-era-um-FDP-detalhe.jpg)
![Sandra Gamarra, Recurso VII [Resource VII] (detalhe), 2019. Cortesia da MASP](/attachments/4bf294b76ad2b9f45384ab1921c751b2ec8a93ea/store/fill/330/330/b05353cd2d4e75531aa4a8d702bf11b5aa0793dd52c41e49338d6325e673/Sandra-Gamarra-Recurso-VII-Resource-VII-detalhe-2019-Cortesia-da-MASP.jpg)
